Teste do GMAT Vamos conversar um pouco sobre ele.

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Vamos conversar sobre isto.

O GMAT é uma prova que tem peculiaridades pouco conhecidas do candidato brasileiro. Por conta disto, muitos mitos são criados ao redor desta prova que comprometem a preparação e, não raro, levam o candidato a um início de estudo com crescimento rápido, mas que alcança rapidamente uma posição estanque que pode durar meses até que ele desista da empreitada ou escolha uma escola mais fácil, pois não consegue mais avançar em seu escore, apesar de muitas vezes ter feito centenas de questões e inúmeros simulados com notas altas, mas que não refletem em nada a realidade que ele irá encontrar no dia da prova real pela técnica inadequada adotada.

Abaixo, vou listar algum desses mitos :

1) “Tenho que verificar antes se meu inglês é suficiente e por isso vou começar pelo Toefl”.

Isso é um tremendo erro. Em nossa experiência, alunos com inglês intermediário já estão aptos a, com dedicação e acompanhamento especializado, a crescerem de forma significativa na parte verbal do GMAT e alcançarem grandes escores nessa parte do teste. O GMAT não mede o quanto você conhece da língua inglês, pois, por definição, é um teste que mede certas aptidões gerais do candidato e não conhecimentos específicos da língua inglesa e por isso, não teria sentido ter que saber inglês para ter êxito.
Nós da MBA House sabemos que, é recorrente a pessoa não ter domínio da língua inglesa e ir muito bem no teste do GMAT por ter feito uma sólida e disciplinada preparação atacando as técnicas de prova em vez de ficar estudando gramática e vocabulário.
A MBA House aconselha que você faça antes a preparação para o GMAT e, quando estiver seguro no GMAT, faça uma breve preparação para o Toefl e aí sim marque a prova de Toefl.

Sabemos que o GMAT não é semelhante ao Toefl, mas nossa análise estatística levou-nos a perceber que esse é o método eficiente de conseguir bis escores nas duas provas.

2) “A prova do GMAT é truque e controle de tempo, por isso vou estudar com alguém apenas os macetes e o tempo todo irei cronometrar meu tempo de mini GMAT simulado que farei nos livros que adquiri”.

O Manhattan GMAT, antes de ser vendido para o Kaplan em 2010 para evtar a falência, te entregava um cronômetro juntamente com o pacote de livros que você recebia assim que fechava o pacote de aulas com ele.
Usar um cronômetro na fase de fundamentação dos tópicos do GMAT, antes de estar preparado para desempenhar toda sua competência controlando o tempo de cada questão é um crime.
Esse método acaba com o que a MBA House julga de mais importante durante seu estudo de primeira fase que é a de, antes de mais nada, estudar alternativas de resolução as questões.
O modelo americano prega que não existem alternativas de resolução e sim uma única resolução que é a melhor de todas porque é a que menos gasta seu tempo, ou seja, a mais rápida.
A MBA House discorda veementemente. Antes você tem que olhar para um conjunto de questões que você resolveu durante sua fase inicial de preparação e buscar formas diferentes de encarar a questão, pois assim você começará a criar padrões didáticos e não truques que te levam ao erro induzido por um autor de questões experientes e que estuda muito provas anteriores antes de compilar questões de GMAT e sabe que vai pegar você num pensamento que prima muito mais pela rapidez e truque do que pela análise.
ATENÇÃO ! Não estou dizendo aqui que você deve ser analítico, mas sim que sem esses padrões analíticos que você treina na primeira fase sua nota sempre dependerá dos poucos padrões que você teve durante seu estudo focado apenas em resolver o mais rápido possível a questão, muitas vezes sem entender muito bem de onde veio aquele truque escrito no livro do Kaplan ou mesmo no official guide. Isso será um enorme erro.

A MBA House acredita que você deve gastar mais tempo em cada questão nessa estruturação da parte analítica, pois você estará depois repleto de material e conhecimento para começar a agilizar as resoluções e irá notar que percebe o que está sendo pedido muito mais rápido do que os que treinam rapidez e truques desde o início com um índice muito menor de erro.

Lembre-se, a prova do GMAT não é só o quanto você é rápido e sim a combinação de o quanto você é rápido e quantas questões você foi rápido e respondeu certo e com segurança.

3) “No GMAT, você já tem uma nota definida em você e, por mais que estude, no máximo irá alcançar aquela nota e pronto”.

Não importa o quanto você sabe sobre você ou o quanto nós sabemos sobre você. Todos os meses temos gratas surpresas e outras surpresas decepcionantes. Para o segundo caso é necessário mais horas do que as que foram despendidas.
Ninguém sabe onde o aluno irá chegar, não há quem saiba isso, nem num primeiro teste de avaliação, nem num segundo depois de algumas semanas de estudo, nem nos simulados na véspera das prova. É só no dia mesmo. Portanto, você tem que se arriscar.

O GMAT não é uma simples prova que diz quem vai ser aceito ou não juntamente com o Toefl e os applications pelo número de chagas menor que o de candidatos. A prova do GMAT mede em muito como os MBAs querem que você raciocine durante o curso de MBA Internacional e depois dele.
Por isso, encare a prova como um início de treinamento já para sua nova fase na carreira e não queira adivinhar o que irá ocorrer, pois isso faz com que você fique cansado e desista do processo ou escolha uma escola pior do que a que você certamente conseguiria entrar com um pouco mais de sangue frio e esforço para mantê-lo.

Jamais compare-se aos seus colegas, mesmo que eles tenham perfis parecidos. Procure sempre ajuda do seu tutor. Confie nele e em você acima de tudo.

Claro que mais mitos existem e iremos falar sobre eles constantemente, mas por hora eu paro por aqui. Obrigado e, até a próxima.

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