MBA Bolsas de Estudos

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MBA Bolsas de Estudos:

Candidatos aos MBAs Internacionais têm à disposição uma vasta quantidade de informações sobre as escolas de negócios pelo Mundo. São inúmeros fóruns, websites, links, brochuras, vídeos e até feiras locais. Quanto a preparação existem diversos livros, e-books, blogs, fóruns, vídeos e professores especialistas. Portanto, o grande desafio de uma preparação correta para o MBA Internacional não carece de quantidade de produtos e serviços, mas sim de orientação adequada. Essa orientação será, certamente, a diferença de nível de escola que irá aceitar o candidato em relação a networking, docência e empregabilidade e até a conquista de uma bolsa de estudos significativa em escolas de ponta.

“A primeira pergunta que o candidato deve responder é se ele quer entrar num projeto de internacionalização de currículo ou apenas fazer um curso de extensão. Se ele opta pela primeira intenção, então ele deve considerar fortemente uma preparação sólida, direcionada e consistente”, afirma Marcelo Ambrózio Ramos, sócio-proprietário da MBA House, cursinho especializado em quem busca o tão sonhado MBA ou mestrado no exterior.

Beatriz Campos, consultora de admissão da MBA House complementa, “na maioria das vezes, candidatos iniciam sozinhos sua preparação para o MBA ou programa no exterior, estudando para os exames. Muitas vezes, “travam” num score mediano e, para darem o salto que precisam, recorrem a um estudo direcionado. Nossa escola oferece isso, não só para o GMAT, mas principalmente nos applications, desde a análise do personal statement, essays, recommendations e treinamento de entrevistas.”

Com tal metodologia, a MBA House tem números impressionantes dentro de seu quadro de aprovação com 847 admissões em top 25 business schools desde 2005. Só neste ano de 2018, aprovou 86 candidatos e conquistou 986 mil dólares em bolsas de estudos para seus alunos.

Dentro do “pool of candidates” de LATAM, um GMAT acima da média se traduz em economia de dinheiro. Para o intake de 2018, diversos candidatos com quem a MBA House colaborou receberam bolsas consideráveis, resultado de uma clara demonstração de fit do candidato com o programa escolhido, bem como cada indivíduo colaboraria com a comunidade, projeção de carreira e nota do GMAT. A administradora de empresas Mariana Pimenta de São Paulo e seus incríveis 770 no GMAT, arrebatou 60 mil dólares em bolsa de estudos em UCLA, dentre outras escolas onde recebeu bolsa integral. O consultor Igor Rabelo de Belo Horizonte atingiu a pontuação de 760 no GMAT e recebeu 50 mil dólares no MBA da Chicago University Booth; o economista Guilherme Blanski Küster de Curitiba obteve 720 no GMAT e recebeu 70 mil dólares de bolsa no disputado MBA da Kellogg School of Management; o administrador de empresas Maurício F. , enquanto expatriado na Malásia, realizou a consultoria por webconference da MBA House e obteve 690 no GMAT e 31 mil dólares de bolsa no MBA da Cornell University Johnson School of Business e o diretor de supply chain paulistano Elias Godoy com 620 no GMAT garantiu 45 mil dólares de bolsa no MBA da University of Southern California – USC Marshall – ilustram alguns exemplos.

Receber uma bolsa de estudos significativa em um MBA de ponta exige mais do que somente a obtenção de uma pontuação alta no teste do GMAT. “Cada candidato bem sucedido foi capaz de demonstrar no application sua essência e propósito de carreira após o MBA. Fosse esta uma mudança significativa de M&A para Impacto Social, de gerente de produtos para Finanças em Consumer Durables ou até a permanência em Consultoria, porém dentro de uma das BIG4 (McKinsey, BCG, Bain, KPMG)”, completa Beatriz Campos.

A consultora da MBA House, Vivianne Wright, que é mestre em Education Management pela Universidade de Harvard considera que, “uma pontuação alta no GMAT é um fator positivo dentro do contexto geral do application, porém equivale de 20 a 30% do peso total na aplicação. No meu entender, essays bem estruturados e que reflitam a personalidade vibrante do indivíduo têm um peso maior, do que um GMAT alto. É destacar com ética a vida dos candidatos, suas forças e, ao mesmo tempo, mostrarmos os pontos a serem melhorados – afinal de contas, buscar um MBA é buscar por melhorias acadêmicas, sociais e profissionais. Costumo dizer aos candidatos que saber contar uma história é pura arte, e é também uma autodescoberta, além de ser divertido!” completa Wright.

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